Fábio Ostermann: não ao protecionismo!

O que teria acontecido se tivéssemos “protegido “os fabricantes de máquinas de escrever? Certamente a sociedade brasileira teria tido perdas significativas – fato que ocorreu em diversos setores.

Não é protecionismo. É exclusivismo! Uma imposição arbitrária de proteção de setores específicos às custas de toda a sociedade. Políticas públicas criadas para alguns grupos específicos não servem ao cidadão – servem para o lobby, para os interesses privados de poucos. O cidadão, o consumidor, só tem a perder com isso, uma vez que é ele quem paga a conta.

Por que fazer uma mãe pagar mais caro pelo leite em pó para seu filho? O produtor local é mais cidadão do que essa mãe e sua família? Competitividade artificial não gera riqueza – gera desigualdade, criando privilegiados e destruindo novas oportunidades de alocação de renda e riqueza.

Temos de atacar o Custo Brasil, investindo em infraestrutura e competitividade, para abandonar de vez essas ideias ultrapassadas e que nos mantém presos ao fundo do poço.

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