Deputado lança Observatório para monitorar volta às aulas nos municípios gaúchos

Preocupado com o impacto da paralisação das atividades de ensino no RS, o deputado Fábio Ostermann (NOVO) lançou nesta quinta-feira (29/04) o Observatório da Volta às Aulas. O principal objetivo é fiscalizar a retomada nas redes municipal e estadual, bem como garantir a autorização para o retorno das escolas privadas.

Autor da proposta que torna a educação como atividade essencial, Ostermann ratificou a importância de monitorar a reabertura das escolas e garantir que as famílias sigam atentas para que não haja retrocessos. “Devemos seguir mobilizados e vigilantes para evitar que uma nova decisão judicial retroceda este avanço”, enfatizou.

Em um levantamento inicial, Ostermann verificou que pelo menos 24 prefeituras ainda não tomaram posição sobre o assunto ou estão restringindo a volta às aulas presenciais de alguma maneira. Cidades como Pelotas e Santa Maria não autorizaram a abertura da rede municipal. Já São Leopoldo e Novo Hamburgo, por exemplo, vão continuar com o ensino remoto nas escolas públicas.

Para realizar esse trabalho, o Observatório irá contar com a participação ativa da sociedade civil, por meio de apoiadores do mandato do deputado Fábio Ostermann, além de buscar informações nas redes sociais, em notícias da imprensa e através do contato direto com as prefeituras.

RETORNO DAS AULAS

Após uma grande mobilização da sociedade gaúcha, o Governo do Estado anunciou na última terça-feira (27/04), o novo decreto que estabelece a bandeira vermelha em todo o RS. A medida garante o retorno das atividades escolares. O deputado Fábio Ostermann, um dos parlamentares que mais atuou para a volta às aulas, comemora a abertura das escolas.

“Essa é uma vitória fundamental para a educação e uma conquista importante para as famílias, escolas e estudantes, que se fizeram ouvir ao longo dos últimos meses, lutando pelo futuro de toda uma geração, que vem sofrendo os prejuízos da paralisação”, pontua. O parlamentar ainda lembra que a comunidade escolar aguardava uma decisão sobre o retorno das aulas há 13 meses, com inúmeros prejuízos no desenvolvimento de crianças e adolescentes.