Fábio Ostermann anuncia pré-candidatura a deputado federal em 2022

Após liderar batalhas importantes na Assembleia Legislativa gaúcha em defesa de reformas, melhorias na educação e combate a privilégios, o deputado estadual Fábio Ostermann (NOVO) anunciou o seu projeto de levar este trabalho para Brasília. Nesta quarta-feira (01/12), o parlamentar formaliza ao diretório estadual do partido sua intenção em se candidatar a deputado federal nas eleições de 2022.

“Por meio do nosso trabalho, contribuímos com o avanço de diversos projetos e pautas fundamentais para o RS. Mas há questões urgentes em âmbito federal que impactam ainda mais a vida dos gaúchos, e que demandam pessoas sérias, qualificadas e comprometidas com o futuro do País. Diante disso, vou encarar o desafio de levar a Brasília as pautas e lutas que já travamos aqui na Assembleia”, pontua.

Segundo regras da legenda, a única do Brasil que realiza processo seletivo, mandatários que desejam postular uma nova candidatura e não foram alvo na Comissão de Ética do partido, precisam apenas formalizar a intenção de concorrer. Para ser oficializada, a candidatura de Ostermann precisa ser valida na convenção partidária, que deve ocorrer em julho de 2022.

Deputado estadual mais votado do NOVO em 2018, com 48.897 votos, Ostermann vem se destacando na Assembleia em pautas que impactam o desenvolvimento do estado. Desde o início do seu mandato, atuou no combate a privilégios e pela extinção de penduricalhos, como o fim do auxílio-mudança, da licença prêmio, do auxílio-saúde e da aposentadoria especial para ex-deputados e ex-governadores.

“A luta contra os privilégios tem sido uma marca desta legislatura. Além dos próprios privilégios que enfrentamos e abrimos mão, temos derrubado vantagens de toda ordem, que vinham beneficiando especialmente servidores e membros da elite do funcionalismo” menciona.

Como presidente da Frente Parlamentar de Combate aos Privilégios, liderou a revogação da pensão vitalícia para ex-governadores, a ação contra o pagamento de licenças-prêmio para conselheiros do Tribunal de Contas e, ainda, o movimento contrário a criação do auxílio-saúde no Ministério Público, na Defensoria e no Judiciário.