Redução do Estado
Menos máquina pública, mais liberdade econômica e desenvolvimento
Uma bancada independente
Três anos após a criação do NOVO, Fábio Ostermann e Giuseppe Riesgo tomaram posse como deputados estaduais e inauguraram uma das bancadas mais independentes da história da política na Assembleia Legislativa.
A partir dos princípios da liberdade econômica e da responsabilidade, do combate aos privilégios e do respeito ao dinheiro dos contribuintes, os parlamentares adotaram uma postura de independência em relação ao governo eleito. Significa dizer que não fariam parte da base de Eduardo Leite, nem integrariam a oposição formada por partidos de esquerda, como PT, PSOL e PDT.
De acordo com os princípios do partido, jamais se trocariam votos por cargos no governo e suas vantagens. Foi uma postura que marcou a Bancada do NOVO durante toda a legislatura.
Ostermann e Riesgo fizeram atuação de destaque e se mantiveram firmes na defesa das reformas estruturais — medidas impopulares, mas absolutamente necessárias para a reorganização das contas públicas. Por outro lado, essa mesma independência permitiu que a Bancada do NOVO se posicionasse contra pacotes de aumento de impostos propostos pelo governo, defendendo o contribuinte gaúcho.
A batalha pelas reformas
Entre o final de 2019 e o início de 2020, no primeiro ano da legislatura, o Partido NOVO foi reconhecido como o maior defensor das reformas em curso na Assembleia, com destaque para a reforma da previdência e o controle do crescimento da folha do funcionalismo público.
Com posicionamento independente, o Parlamento aprovou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 188/2019, de autoria do Poder Executivo, que trouxe modificações para modernizar a estrutura estatal. Esta foi a principal matéria do pacote de reformas do governo de Eduardo Leite: a PEC alterou a estrutura de remuneração do funcionalismo e adequou novas regras de aposentadoria dos servidores estaduais às regras da reforma federal.
O deputado Fábio Ostermann foi um dos principais defensores das reformas e atuou na articulação pela Assembleia Legislativa. Para ele, era a forma de mudar o cenário de crise fiscal, conter despesas, reformar a previdência e limitar o crescimento automático da folha.
Esta é uma grande vitória da sociedade gaúcha. Foi o início das mudanças importantes na direção das quais fizemos parte. A situação do Rio Grande do Sul amargava um déficit de R$ 3,2 bilhões.
O RS no azul
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Sulgás — vendida
CRM — privatização em andamento