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Fabio Ostermann Candidato Deputado Federal – RS

Combate a Privilégios

Atuação firme contra abusos e desperdícios no setor público

Liderar pelo exemplo

O exemplo no combate aos privilégios

Atuação da Bancada do NOVO garantiu a extinção do auxílio-mudança e da aposentadoria especial para deputados.

Grandes vitórias na luta contra os privilégios dos políticos podem começar com pequenas ações. Foi por meio de exemplo que Fábio Ostermann conseguiu provar isso. Antes mesmo de iniciar seu mandato, em janeiro de 2019, abriu mão de benefícios concedidos aos deputados, como a aposentadoria especial para deputados estaduais. O exemplo inspirou — e esses dois privilégios foram extintos na ALRS.

Criado em 2013, o auxílio-mudança garantia um benefício de mais de R$ 50 mil para deputados constituírem residência em Porto Alegre. Ocorre que parlamentares eleitos, ou que já moravam na Capital, também tinham o direito de receber esse valor.

Após abrir mão desse privilégio, a Bancada do NOVO encaminhou à presidência da Assembleia uma proposta para extinguir, em definitivo, o auxílio-mudança. A matéria foi aprovada por unanimidade e representou uma economia de R$ 2,7 milhões aos cofres públicos a cada legislatura.

A atuação da bancada e o exemplo de renunciar aos próprios privilégios inspirou outra discussão: a revogação da aposentadoria especial para deputados estaduais. Após longos debates, esse privilégio também acabou sendo extinto, garantindo mais uma grande vitória no parlamento gaúcho.

R$ 2,7 mi

economizados por legislatura com o fim do auxílio-mudança

2 privilégios

extintos na ALRS após a renúncia da Bancada do NOVO

Frente Parlamentar

Atuação suprapartidária no enfrentamento a regalias

Fábio Ostermann teve atuação destacada na presidência da Frente Parlamentar de Combate aos Privilégios.

Abrir mão dos próprios privilégios sempre foi visto como o primeiro passo para algo maior: combater as regalias de políticos e da elite do funcionalismo público do RS. Em 2021, o deputado teve a oportunidade de presidir a Frente Parlamentar de Combate aos Privilégios, grupo suprapartidário que levanta importantes debates sobre os gastos públicos.

O fim da pensão vitalícia para ex-governadores e a revogação do aumento do teto do gabinete da Assembleia foram exemplos de batalhas vencidas pela Frente Parlamentar enquanto o deputado Fábio Ostermann estava à frente.

No final de 2022, na véspera de uma nova eleição, a presidência da Assembleia aprovou resolução que dobrava o valor da cota de gabinete dos deputados — R$ 36 mil por mês com gasolina, passagens aéreas, envio de correspondências, etc. O custo seria de R$ 12 milhões por ano.

Outra iniciativa que prosperou a partir da ação de Ostermann foi a revogação da pensão vitalícia para governadores e ex-governadores, com economia estimada em mais de R$ 30 milhões ao ano. O projeto foi aprovado, mas a Justiça autorizou a manutenção dos pagamentos.

R$ 30 mi/ano

economia prevista com o fim da pensão de ex-governadores

R$ 12 mi/ano

barrados ao reverter o aumento da cota de gabinete

Combater privilégios não é discurso — é colocar o interesse público acima dos interesses corporativos.

— Fábio Ostermann
Elite do funcionalismo

Os embates contra a elite do funcionalismo público

De forma incansável, o NOVO combateu benefícios autoconcedidos a membros de poderes e órgãos públicos do RS.
Inconformado com o crescimento de benefícios e regalias para a elite do funcionalismo, Fábio Ostermann atuou de diferentes formas para combater esses abusos. Além de denunciá-los na imprensa e nas redes sociais, o deputado liderou a Frente Parlamentar de Combate aos Privilégios entre 2021 e 2022.
No colegiado, Ostermann articulou a apresentação de projetos para barrar o pagamento de um auxílio-saúde para integrantes do Tribunal de Justiça, do Ministério Público e da Defensoria Pública. O impacto do benefício poderia ultrapassar os R$ 500 milhões por ano.
Após grande atuação em plenário, foi possível aprovar os projetos que suspenderam esse privilégio. Infelizmente, os pagamentos foram novamente autorizados por decisão do Tribunal de Justiça (TJRS), seu maior beneficiário.
Não bastasse a interferência do Judiciário, a Corte estabeleceu, sem passar pelo crivo dos deputados, uma gratificação por acúmulo de processos. O benefício custou R$ 33 milhões por ano aos cofres públicos. Em desacordo, Ostermann ingressou com ação popular contra esse privilégio.
Em outra frente liderada pela Bancada do NOVO, a Frente de Combate aos Privilégios ingressou na Justiça para questionar a legalidade dos pagamentos e ordenar a devolução dos valores recebidos, que somaram cerca de R$ 1 bilhão.
Em uma nova ofensiva, o Partido NOVO ingressou com uma ação direta de inconstitucionalidade para barrar o pagamento de honorários de sucumbência para membros da PGE do Estado. Em 2021, foi comprovado que o benefício ultrapassou R$ 1 milhão somente no mês de maio.
R$ 500 mi/ano

impacto estimado do auxílio-saúde a TJ, MP e Defensoria

R$ 1 bilhão

questionados na Justiça pela Frente de Combate aos Privilégios

R$ 33 mi/ano

da gratificação por acúmulo de processos contestada

Além de receberem um dos salários mais altos, membros da PGE ganham de forma ilegal honorários de sucumbência, com média que supera o salário de professores do Estado.

— Fábio Ostermann

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